O Banzeiro da Esperança é uma articulação interinstitucional que mobilizou a sociedade para a maior conferência climática do planeta, realizada em Belém (PA). O projeto foi apresentado por meio da Lei de Incentivo à Cultura e Sabesp, com realização da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), Virada Sustentável e Ministério da Cultura. Conta com o patrocínio da Heineken SPIN, Vale e WEG, e com o apoio da Bemol, Banco da Amazônia, Ecosia, Edenred, Instituto Itaúsa e Suzano. O projeto também tem parceria com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), Rede Conexão Povos da Floresta e Ministério dos Povos Indígenas (MPI). A Rede Amazônica foi parceira de mídia do projeto.
Não foi por acaso que a “Carta da Aliança dos Povos Guardiões da Amazônia” emergiu justamente ali, entre águas que nunca fluem da mesma forma duas vezes. Ela nasceu da convivência diária, de plenárias improvisadas, de conversas longas sob o sol e da escuta paciente durante as noites agitadas pelo rio. A carta uniu indígenas, quilombolas, ribeirinhos, agricultores familiares e extrativistas em um documento que traduz não apenas reivindicações, mas identidades, histórias e uma visão muito clara de futuro.
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